Os livros
Paula Sousa
terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
A Leitura no ecrã
O mundo digital, com as suas ligações em rede, têm vindo a criar hábitos de leitura diferentes dos habituais.Quererá isto dizer que deixará de existir livros em papel? Será que a leitura digital pode trazer desvios dos recursos cognitivos? Bastará saber manusear um computador para ser um leitor digital?
São perguntas às quais os mais estudiosos na matéria têm vindo a tentar procurar respostas.
Uma leitura atenta neste artigo parece-me pertinente.
http://www.superinteressante.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=2181:do-papel-ao-ecra&catid=18:artigos&Itemid=98
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Histórias de Ensinar
Gostava de partilhar convosco a coletânea que saiu hoje, Dia Mundial do Livro, editado pela Raíz Editora através de um concurso online. A 20ª história é minha... e quero aproveitar para agradecer a todos aqueles que me deram aquela coragem e força para concorrer, sobretudo a minha chefinha Odete Alegria e os meninos protagonistas desta peripécia.
sábado, 19 de abril de 2014
Antes do 25 de Abril
Sabia que livros tão importantes
na literatura mundial como Madame Bovary, de Gustave Flaubert, estavam
proibidos, em Portugal, antes do 25 de Abril? Ou que canções como Fado
Tropical, de Chico Buarque, não podiam ser vendidas no nosso país?
O regime
político derrubado com a Revolução de 1974 impediu milhares de títulos de
circularem e não apenas de autores nacionais.
Os livros eram publicados, sem
antes terem de ir à censura, mas podiam ser mandados apreender depois.
Uma grande parte deles chegavam a Portugal, passados de mão em mão e eram lidos à socapa, entre capas que disfarçavam o seu verdadeiro título e emprestavam-se escondidos na clandestinidade das inúmeras reuniões e tertúlias secretas organizadas por quem nunca teve medo de mudar.
Mais de
900 títulos de edição portuguesa foram proibidos, segundo uma recolha realizada
pelo historiador José Brandão. Foram tempos de viragem, porque mais uma vez: nós "somos o que lemos".
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Tributo a Garcia Marquez
A Literatura mundial ficou mais pobre com a morte de Gabriel Garcia Marquez, Prémio Nobel da Literatura de 1982, no México onde se encontrava exilado e em inspirados cuidados.
Protagonista da célebre frase "Quero o mais e o demais" e estrela maior da Literatura do século XX , Gabriel Garcia Marquez fará, agora e sempre, parte das nossas humildes vidas.
Obrigada por teres existido.
Mensagem de boas vindas
Antes de mais quero dar as boas vindas a todos aqueles que estejam dispostos a utilizar o "somos o que lemos" como um instrumento de trabalho na vida profissional ou simplesmente como espaço de lazer, que nos enriquece com cada palavra, cada imagem, cada vídeo.
Embora possamos ser o que lemos, nós somos acima de tudo, o que pensamos sobre o que lemos: A capacidade de refletir, equacionar, redefinir conceitos e inferir conclusões através do que lemos, é o objetivo primordial deste blogue.
Se pelo menos um dos seus leitores conseguir pensar de modo diferente, após a leitura ou a consulta de um dos nossos posts, o objetivo estará cumprido.
"Somos o que lemos", porque ler ajuda a crescer, faz-nos viajar, faz-nos renascer e encarar as várias perspetivas pelos olhos de outrem: "Somos o que lemos" e temos vontade de ser os olhos atentos ao que nos rodeia, temos prazer em trilhar novos caminhos, descobrir novas paisagens, sentir novas sensações.
"O sol doira sem Literatura" é certo! mas é Dela que obtemos a vitamina necessária para que não haja amarras que nos cortem a "raiz do pensamento".
Que esta mensagem seja a primeira semente de muitas outras que florescerão.
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